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Guia de leitura · Conteúdo editorial

O que diz O Terceiro Testamento sobre a reencarnação?

Na cosmologia de Martinus, reencarnação e carma fazem parte de um processo de evolução da consciência. A vida atual é compreendida em relação a outras vidas e aos efeitos das ações do ser. Os símbolos apresentam essa ideia de maneira visual: o símbolo 18 trata dos arcos do destino, enquanto o símbolo 17 relaciona ciclos e estações.

Como as vidas se relacionam?

No símbolo 18, campos laranja representam vidas físicas e campos brancos representam as vidas espirituais entre elas. Os arcos do destino mostram efeitos das ações que retornam à sua origem. Alguns ciclos se completam rapidamente; outros se estendem pela vida atual ou por vidas posteriores. Assim, a explicação de Martinus considera uma continuidade que ultrapassa uma única existência física. Fonte: resumo oficial do símbolo 18 (em dinamarquês).

O carma pode mudar?

Na explicação do símbolo 20, o desenvolvimento da capacidade humana modifica a relação do ser com seu destino. Quando ele já não consegue praticar determinada ação sombria contra o próximo, fica protegido dos efeitos sombrios de ações anteriores da mesma natureza. Martinus relaciona isso ao princípio cósmico do perdão dos pecados. O aprendizado e a transformação da maneira de agir são, portanto, essenciais nessa explicação. Fonte: resumo oficial do símbolo 20 (em dinamarquês).

Onde aprofundar essa leitura?

Leia a tradução integral do resumo do símbolo 20, O perdão dos pecados, e o artigo Pelo portal da morte – o sono e a morte. Para entender a relação com o cristianismo, veja a apresentação das aproximações e distinções entre essas tradições. Aqui, reencarnação e carma são apresentados segundo Martinus, sem atribuir sua interpretação a todo o cristianismo.