Detalhes centrais do símbolo
- A grande figura à direita simboliza, em seu conjunto, o eu, a capacidade criadora e o organismo da Divindade, que consiste nos organismos de todos os seres vivos existentes. A figura simboliza, assim, o universo em sua totalidade.
- A figura em escada à esquerda simboliza a eterna escada da evolução. Cada degrau é um plano de existência. Os triângulos simbolizam que os planos de existência são constituídos por seres vivos.
- O trecho da escada entre o degrau vermelho na parte inferior e o degrau de cor índigo na parte superior constitui um ciclo em espiral com seus seis planos de existência.
- Os raios que emanam dos seres vivos expressam sua capacidade sensorial e mostram a energia com a qual interagem com o ambiente ao seu redor. A cor expressa a energia básica que é a principal em cada degrau da evolução. No reino vegetal, a capacidade sensorial está em um nível limitado, como mostram os raios vermelhos da energia do instinto.
Em seguida, ela aumenta a cada degrau da evolução até o mundo divino, onde o ser, por meio da energia da intuição (os raios azuis), é capaz de perceber em todo o campo do ciclo em espiral. O mesmo ocorre no reino da bem-aventurança, mas, nesse reino, o ser percebe exclusivamente em um mundo interior de recordações, por meio de sua capacidade de memória altamente desenvolvida (os raios de cor índigo).
Tradução integral para o português brasileiro do resumo e dos detalhes centrais publicados em dinamarquês pelo Instituto Martinus. Tradução de O Terceiro Testamento; não é uma tradução oficial aprovada pelo Instituto Martinus.
Fonte: resumo oficial da explicação do símbolo 30 — Den evige Guddom og væsenernes sansebegavelse. Explicação completa: Martinus, A Imagem Eterna do Universo, livro 3, símbolo 30, seção 30.1.
Orientações do Instituto para o uso dos símbolos · Orientações para exibição em sites.
