O símbolo mostra um organismo com defeitos. Os defeitos têm origem nas áreas psíquicas. Onde os campos do organismo não são puros, há doença.
Vemos, por exemplo, doenças na musculatura e na região da pele, onde tudo deveria ser vermelho.
No sistema sanguíneo e pulmonar, onde tudo deveria ser amarelo, penetrou energia da gravidade, talvez proveniente do estômago.
Na região do estômago, que deveria ter apenas a cor laranja, há muita cor amarela. Isso expressa a presença de inflamação, feridas, má digestão e constipação.
No micromundo, essas doenças são vistas como explosões. É nesse mundo que os pensamentos podem influenciar a doença. Os seres humanos podem aprender gradualmente a concentrar seus pensamentos nas áreas do micromundo em que há doença. Os pensamentos são a força vital que, por meio dos átomos, se transforma em matéria física. Por isso, é preciso ter pensamentos capazes de formar a força vital adequada, e não pensamentos que façam os átomos se afastarem uns dos outros ou colidirem e explodirem.
O símbolo mostra, em princípio, que podem ocorrer doenças em todas as partes do organismo. Na prática, porém, a situação nunca será tão grave a ponto de isso ocorrer em todos os lugares ao mesmo tempo. Um ser humano não poderia viver com um corpo tão destruído.
Tradução integral para o português brasileiro dos seis parágrafos do resumo publicado em dinamarquês pelo Instituto Martinus. A fonte apresenta os detalhes no próprio resumo, sem uma lista separada. Tradução de O Terceiro Testamento; não é uma tradução oficial aprovada pelo Instituto Martinus.