Símbolo 8 — O algo divino — X1
O disco branco simboliza o eu eterno do universo, X1. Esse eu constitui tudo o que existe em sua forma não manifestada. Ele constitui também o eu de cada ser vivo.
Símbolo 9 — A capacidade criadora do ser vivo — X2
- O eu do universo possui uma capacidade criadora eterna, X2.
- O disco violeta, com a grande área escura no centro e as muitas pequenas áreas escuras na periferia, simboliza o princípio eterno que permite ao algo divino — X1 — manifestar-se como o “único” grande ser e os “muitos” pequenos seres dentro dele. É por meio dos pequenos seres que se exerce a capacidade de criar e vivenciar do grande ser.
- A cor violeta representa a energia básica suprema da capacidade criadora, a energia-mãe.
Símbolo 10 — Aquilo que é criado — X3
O símbolo representa o resultado de X1 e X2 do universo. Esse resultado é o universo criado, X3.
As áreas coloridas representam os campos de consciência do universo, ou os seis planos de existência:
- Vermelho — esfera do instinto — reino vegetal.
- Laranja — esfera da gravidade — reino animal.
- Amarelo — esfera do sentimento — reino humano verdadeiro.
- Verde — esfera da inteligência — reino da sabedoria.
- Azul — esfera da intuição — mundo divino.
- Índigo-claro — esfera da memória — reino da bem-aventurança.
Nota explicativa de Martinus Online: reino da bem-aventurança (salighedsriget) — plano de existência em que predomina a energia da memória e o ser vivencia seu mundo interior de recordações.
Tradução para o português brasileiro do resumo do Instituto Martinus, preparada por Martinus Online. Não é uma tradução oficial aprovada pelo Instituto Martinus.
Fonte: resumo oficial da explicação dos símbolos 8, 9 e 10 — Det treenige princips tre analyser. Explicação completa: Martinus, A Imagem Eterna do Universo, livro 1, símbolo 8, seção 8.4; símbolos 9 e 10 no mesmo volume.
Orientações do Instituto para o uso dos símbolos · Orientações para exibição em sites.
