Símbolo 11

A imagem eterna do universo. O ser vivo 2. A Divindade eterna e os eternos filhos de Deus

Símbolo 11 de Martinus: A imagem eterna do universo. O ser vivo 2. A Divindade eterna e os eternos filhos de Deus

Resumo da explicação do símbolo

O símbolo mostra o universo em sua totalidade. O universo constitui um ser vivo, a saber, a Divindade. A Divindade apresenta-se como um princípio trino composto do eu, da capacidade criadora e daquilo que é criado. A Divindade contém todos os seres vivos existentes, os filhos de Deus. Cada filho de Deus constitui o mesmo princípio trino e, por isso, o símbolo também simboliza cada ser individualmente. A Divindade e os filhos de Deus vivem em uma interação eterna.

Como os órgãos de criação e de experiência de todos os seres vivos existentes constituem, em conjunto, o órgão de criação e de experiência da Divindade, revela-se aqui como realidade que a Divindade é onipresente, onipotente, onisciente e inteiramente amorosa. A tônica fundamental do universo é o amor.

Leia a explicação do próprio Martinus em A Imagem Eterna do Universo, livro 1.

Detalhes centrais do símbolo

  • O campo branco no centro simboliza X1, ou o macroeu, e os pequenos campos brancos na periferia simbolizam os microeus.
  • A representação do macroeu na forma de uma estrela de seis pontas simboliza que sua manifestação e sua experiência ocorrem por meio de seis estados diferentes de consciência, isto é, um para cada energia básica.
  • A capacidade criadora, X2, é indicada pela auréola de raios ao redor do macroeu, bem como pelos raios e pelo campo violeta ao redor dos microeus na borda do símbolo.
  • Os campos coloridos entre o macroeu e os microeus simbolizam X3, ou o resultado da capacidade de criar e vivenciar do eu. X3 constitui a consciência e o organismo.
  • X3 constitui os seis planos de existência, cada um indicado por sua cor e energia. Esses planos de existência constituem, em conjunto, um ciclo cósmico em espiral:
    • Vermelho — instinto — reino vegetal.
    • Laranja — gravidade — reino animal.
    • Amarelo — sentimento — verdadeiro reino humano.
    • Verde — inteligência — reino da sabedoria.
    • Azul — intuição — mundo divino.
    • Índigo — memória — reino da bem-aventurança.
  • A posição do planeta Terra indica que o ser planetário terrestre pertence ao reino animal.
  • A pequena figura em forma de estrela simboliza a consciência cósmica e indica o início do verdadeiro reino humano. Daqui a cerca de 3.000 anos, esse reino humano será uma realidade aqui no planeta Terra. Os últimos vestígios de nossas tendências de consciência animais ou egoístas herdadas terão, assim, sido superados pela experiência.
  • Os planos de existência suprafísicos seguintes mostram mundos ainda mais elevados, nos quais a vida culmina em sabedoria e amor.

Nota explicativa de Martinus Online: reino da bem-aventurança (salighedsriget) — plano de existência em que predomina a energia da memória e o ser vivencia seu mundo interior de recordações.

Tradução integral para o português brasileiro do resumo e dos detalhes centrais publicados em dinamarquês pelo Instituto Martinus. Tradução de Martinus Online; não é uma tradução oficial aprovada pelo Instituto Martinus.

Fonte: resumo oficial da explicação do símbolo 11 — Det evige verdensbillede, det levende væsen 2, den evige Guddom og de evige gudesønner. Explicação completa: Martinus, A Imagem Eterna do Universo, livro 1, símbolo 11, seção 11.34.

Orientações do Instituto para o uso dos símbolos · Orientações para exibição em sites.