Detalhes centrais do símbolo
- A figura cônica horizontal constitui uma seção do próprio universo.
- As figuras verticais divididas em três partes simbolizam, cada uma, um ser vivo. O campo branco constitui o eu eterno e supremo do ser; o campo violeta, sua estrutura cósmica eterna, com sua capacidade de criar e vivenciar; e o campo colorido, seu organismo físico e sua consciência.
- O tamanho crescente das figuras, da esquerda para a direita, indica o desenvolvimento dos seres. Os campos coloridos simbolizam os seguintes planos de existência:
- Índigo — reino mineral.
- Vermelho — reino vegetal.
- Laranja — reino animal.
- Amarelo — verdadeiro reino humano.
- Da linha branca vertical no reino animal até o campo amarelo, é mostrada a zona de desenvolvimento do ser humano inacabado.
- O raio amarelo, que vai de uma estrela pequena a outra maior, simboliza o princípio religioso. Este estimula o desenvolvimento da consciência, desde o estágio da fé, passando pelo materialismo e pelo ateísmo, até a consciência cósmica.
- A figura II, na pequena imagem à esquerda, mostra que o ser humano inacabado vivencia apenas seu organismo físico e outros fenômenos criados. O ser humano cosmicamente consciente — figura III — vivencia tanto a estrutura física quanto a espiritual.
Tradução integral para o português brasileiro do resumo e dos detalhes centrais publicados em dinamarquês pelo Instituto Martinus. Tradução de Martinus Online; não é uma tradução oficial aprovada pelo Instituto Martinus.
Fonte: resumo oficial da explicação do símbolo 4 — Vejen mod lyset. Explicação completa: Martinus, A Imagem Eterna do Universo, livro 1, símbolo 4, seção 4.7, e Livets Bog (O Livro da Vida), volume 1.
Orientações do Instituto para o uso dos símbolos · Orientações para exibição em sites.
