Detalhes centrais do símbolo
- O campo branco superior simboliza o eu do ser vivo, ou X1.
- O campo do meio simboliza a capacidade criadora do eu, ou X2.
- O campo inferior simboliza aquilo que é criado, ou X3.
- A cor violeta expressa a energia suprema da vida, a energia-mãe. Nessa energia estão enraizadas todas as funções principais da vida.
- Os campos circulares coloridos simbolizam os núcleos básicos de talento do eu, ou “centros espirais”.
- Os seis campos coloridos simbolizam os corpos criados:
- Vermelho — corpo do instinto.
- Laranja — corpo da gravidade.
- Amarelo — corpo do sentimento.
- Verde — corpo da inteligência.
- Azul — corpo da intuição.
- Índigo — corpo da memória.
Esses corpos constituem a consciência do ser, por meio da qual ocorrem sua criação e sua experiência da vida. Como a experiência da vida é um processo eterno de transformação ou criação, esses corpos das energias básicas se modificam de acordo com os anseios e a vontade do ser. Assim, mantém-se um desenvolvimento contínuo através de seis planos de existência.
O círculo laranja simboliza o corpo físico do ser. Os raios e a cruz expressam sua estrutura espiritual eterna.
Tradução integral para o português brasileiro do resumo e dos detalhes centrais publicados em dinamarquês pelo Instituto Martinus. Tradução de Martinus Online; não é uma tradução oficial aprovada pelo Instituto Martinus.
Fonte: resumo oficial da explicação do símbolo 6 — Det levende væsen 1. Explicação completa: Martinus, A Imagem Eterna do Universo, livro 1, símbolo 6, seção 6.11.
Orientações do Instituto para o uso dos símbolos · Orientações para exibição em sites.
